Pular para o conteúdo
Falar no WhatsApp

Código e dados

De quem é o código do seu sistema?

Pergunta simples, resposta que depende do contrato. Veja os modelos mais comuns, o que pedir por escrito e como evitar ficar preso a um fornecedor.

01O que está em jogo

Código, dados e contas são coisas diferentes

Quando se pergunta de quem é o sistema, estão misturadas quatro perguntas. Separá-las ajuda a negociar e a evitar mal-entendidos.

Código-fonte

O programa em si, escrito pela equipe de desenvolvimento. É o que costuma entrar em contrato como cessão ou licença.

Dados

As informações dos seus clientes, pedidos e operação. São do seu negócio e tratados conforme a LGPD, qualquer que seja o modelo do código.

Infraestrutura e contas

Hospedagem, domínio, banco de dados e chaves de acesso: onde ficam e em nome de quem estão registrados.

Componentes de terceiros

Bibliotecas livres e serviços pagos usados no projeto. Cada um tem a sua licença, que continua valendo e precisa estar listada.

Isto não é aconselhamento jurídico. O texto explica conceitos. O que vale é o contrato do seu projeto, e recomendamos que um advogado o leia antes de assinar.

02Modelos comuns

Três modelos que aparecem nos contratos

Não existe um modelo certo para todos os casos. A SandiTech define o modelo em contrato, conforme o tipo de projeto, e conversa sobre isso antes da proposta.

Cessão do código

O código desenvolvido para o seu projeto passa a ser seu, dentro dos limites da lei e das licenças de terceiros. Faz sentido quando o sistema é parte central do seu negócio.

Licença de uso

Você usa o sistema nas condições combinadas, e a titularidade continua com o fornecedor. É comum em produtos que atendem vários clientes.

Modelo misto

As partes específicas do seu negócio ficam com você, e os componentes reutilizáveis do fornecedor ficam licenciados para o seu uso.

O que muda entre eles

Quem pode alterar o código, quem pode reutilizá-lo em outros projetos, o que acontece se o fornecedor deixar de existir e como você sai, se quiser.

03O que pedir por escrito

Seis itens que não podem ficar de fora

Seja qual for o modelo, estes pontos evitam a surpresa mais comum: descobrir só no fim que não se tem acesso ao que se pagou para construir.

Acesso e documentação

O básico para o sistema não depender de ninguém.

  • Acesso ao repositório onde o código fica
  • Documentação mínima: como rodar, publicar e recuperar o sistema
  • Lista dos componentes de terceiros e das condições de cada um

Contas, dados e saída

O que garante que você consegue sair, se um dia quiser.

  • Contas de hospedagem, domínio e serviços no seu nome
  • Entrega segura de chaves e segredos ao final do projeto
  • Formato de exportação dos dados e prazo para devolver ou eliminar

04Evitar dependência

Como evitamos que você fique preso a um fornecedor

Dependência de fornecedor raramente é malícia. Quase sempre é consequência de decisões pequenas que ninguém documentou. Estas são as nossas práticas.

1

Contas no seu nome

Sempre que possível, hospedagem, domínio e serviços ficam registrados em nome do cliente, com acessos individuais.

2

Tecnologia conhecida

Escolhemos ferramentas amplamente usadas e documentadas, que outra equipe consegue assumir sem reescrever tudo.

3

Publicação reproduzível

O passo a passo para publicar e recuperar o sistema fica descrito, e não na cabeça de uma pessoa.

4

Transferência combinada

Como acontece uma eventual saída entra no contrato: o que é entregue, em que formato e em que prazo.

05Situações diferentes

Cada situação pede uma análise

A resposta muda conforme a origem do sistema. Estas são as três situações que mais aparecem.

Projeto feito para você

O modelo de titularidade é definido no contrato do projeto, antes de começar.

Produto usado por você

Quando você usa um sistema que atende vários clientes, o código normalmente segue licenciado. O que importa é o acesso aos seus dados e a saída.

Protótipo feito com ferramenta de IA

As condições da ferramenta usada também entram na análise. O diagnóstico do código mostra o que dá para aproveitar. Veja como funciona.

Sistema que outra empresa mantém

Antes de trocar de fornecedor, vale levantar o que existe: acessos, documentação, contas e quem é o titular de cada parte.

6Perguntas

Perguntas frequentes

Outra dúvida? Fale pelo WhatsApp ou pelo e-mail.

Depende do contrato. Por isso conversamos sobre o modelo de titularidade e sobre a saída antes da proposta, e deixamos tudo por escrito, inclusive o que é entregue e em que formato.

Os dados do seu negócio são seus. O contrato define como são exportados, em que formato e em que prazo são devolvidos ou eliminados, sempre respeitando a LGPD.

Depende das condições da ferramenta usada e do contrato. No diagnóstico de um protótipo feito com IA, analisamos o que foi gerado, as condições aplicáveis e o que dá para aproveitar.

Continuam com as licenças originais, que valem independentemente do contrato do projeto. Listamos os componentes de terceiros e as condições de cada um, para que nada fique escondido.

É possível, e é mais simples quando existe acesso ao repositório, documentação mínima e contas no seu nome. Por isso pedimos esses itens desde o início.

Mantemos o que for necessário para o suporte combinado, sob sigilo. O que fica e o que é eliminado depois do fim do contrato é definido no próprio contrato.

Também é definido em contrato, conforme o tipo de projeto. Em sites, costuma ser mais simples, porque há menos código próprio e mais conteúdo seu.

07Contato

Quer ver como isso ficaria na sua operação?

Conte o que você precisa. A conversa começa pelo WhatsApp, com uma pergunta curta e o envio de um briefing. Todo serviço é feito sob orçamento, sem compromisso.

A mensagem é montada aqui e enviada por você no WhatsApp; este site não guarda o que você escreve. Veja a política de privacidade.